26 de jul. de 2011

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Google Music no Linux ganha aplicativo oficial

O Google Music agora tem versão para Linux: o uploader finalmente suporta os três maiores sistemas operacionais para desktops. Logo no lançamento apenas Windows e Mac eram suportados.
Google Music permite ouvir suas músicas via streaming, oferecendo um espaço bem grande para os arquivos na nuvem - ele permite carregar até 20 mil músicas. O serviço está em beta fechado mediante convite, apenas nos Estados Unidos. Tem brasileiro acessando porque fez o cadastro com um IP dos EUA, coisa simples que não barraram ainda, eu incluso :P
Uploader do Google Music no Linux
Aparentemente o programa funciona bem, não tem cara de um port mal feito, como é comum ver em casos de aplicações que vão para o Linux depois de um tempo rodando em Windows e Mac. O download pode ser feito em music.google.com, mas śo para quem já está no serviço.
O programa tem pacotes .deb e .rpm, com destaque para Debian, Ubuntu, Fedora e openSUSE (deve funcionar em outras distros, mas não há garantias).
Além da versão para Linux o Google Music passou a suportar arquivos OGG há pouco tempo. Assim como com os arquivos Flac, os OGG serão convertidos para mp3 a 320kbps. Pelo menos dispensa conversão manual da parte dos usuários.
Não há previsão de quando o serviço sairá do beta, muito menos de quando chegará oficialmente a outros países.

18 de jul. de 2011

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Um longo review do HP TouchPad

Se você estava curioso sobre o lançamento do TouchPad e à chegada com força da HP ao mercado de tablets, este longo review do anadtech vai matar sua curiosidade:http://www.anandtech.com/print/4508
Em resumo, o WebOS surpreende pela qualidade da interface e oferece o que é provavlmente o melhor sistema de multitarefa entre os diferentes tablets do mercado, porém peca em outros fatores, oferecendo um misto de surpresa e frustração.
No hardware ele é baseado no Qualcomm APQ8660 (dois cores Scorpion a 1.2 GHz), com 1 GB de RAM, tela de 9.7" (1024x768), 16 ou 32 GB de Flash e 730 gramas.
Por enquanto o número de aplicativos na loja é muito pequeno, com muitos sendo apenas placeholders para aplicativos que serão lançados no futuro. O TouchPad é compatível com os aplicativos para o Palm Pré, mas eles ficam restritos a uma janelinha de 320x480, sem poderem ser redimensionados.
A resolução da tela é de apenas 1024x768, o que desperta os mesmos prós e contras que temos no iPad, frente aos tablets com o Honeycomb onde os 1280x800 se tornaram o padrão. Em resumo, uma tela 4:3 é melhor para leitura de e-books e textos longos, mas por outro lado é um fator negativo ao assistir vídeos.
Outra questão importante é o desempenho. Embora o Qualcomm Scorpion que equipa o Playbook seja um SoC dual-core competitivo em relação a outros que temos no mercado, o tablet oferece um desempenho bem inferior ao que temos no Honeycomb e no iPad. Um boot limpo demora 77 segundos (contra 22 segundos do iPad 2), a abertura da maioria dos aplicativos fica na casa dos 7 a 9 segundos (contra os 2 a 3 segundos em média do Honeycomb) e o próprio frame-rate da interface decai rapidamente para abaixo dos 30 FPS ao abrir muitos aplicativos, comprometendo a fluidez da interface.

A bateria também deixa a desejar, durando apenas 6 horas e meia em uso moderado, contra as as 9 a 10 horas da maioria dos tablets com o Honeycomb e as 11 horas do iPad 2.
Em resumo, o WebOS é um sistema bastante consistente, que se adaptou muito bem aos tablets, oferecendo provavelmente a melhor interface e o melhor suporte a multitarefa entre os tablets do mercado. Por outro lado, ele ainda oferece um número irrisório de aplicativos e mesmo os aplicativos para o Palm Pre rodam de maneira muito limitada, restritos a uma janela.

14 de jul. de 2011

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Cooler sem fan pode ser mais eficiente que os atuais

Embora os coolers tenham permitido que o clock dos processadores avançassem muito, quebrando a barreira do que seria possível obter com dissipação passiva, não é preciso ir muito longe para encontrar problemas com eles, já que eles são muito grandes ou muito barulhentos e tendem a acumular um bolo de poeira com o tempo, o que compromete a eficiência. Outro problema são os defeitos mecânicos, que atingem principalmente os produtos de baixa qualidade.
Um desenvolvedor do Sandia National Laboratories publicou um white paper com uma solução interessante para essa deficiência. Em vez de usar um grande dissipador fixo, com fans girando sobre ele, o próprio dissipador gira, dissipando o calor de forma mais eficiente e sem acumular poeira:
Na prática, o design é um pouco menos radical do que pode parecer à primeira vista, pois de qualquer forma existe uma base fixa com o motor, que em um PC faria contato com o processador. Sobre esta pequena base fixa temos o restante do dissipador, que gira sobre ela:
A principal diferença em relação aos coolers atuais é que como todo o conjunto é metálico, o calor da base é diretamente transmitido para o dissipador móvel. Entre as duas peças, existe um espaço de apenas 25 microns, suficiente para o que o conjunto funcione sem precisar de lubrificação, mas pequeno o suficiente para coibir a entrada de poeira entre as duas peças.
O movimento da parte móvel faz com que a poeira seja automaticamente expelida, em vez de se acumular como atualmente. O grande problema com este conceito é que o conjunto tende a ser muito caro e pesado, devido ao grande volume de material usado e à necessidade de as duas partes serem forjadas de forma muito precisa. Em outras palavras, é uma ideia interessante, que pode revolucionar o ramo caso consiga chegar ao mercado a um preço competitivo, mas existe uma grande possibilidade de que o conceito não saia dos laboratórios.
O paper com os detalhes do projeto pode ser lido no: http://prod.sandia.gov/techlib/access-control.cgi/2010/100258.pdf

10 de jul. de 2011

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Patentes da Apple mostram novas canetas stylus para o iOS

Dois novos pedidos de patentes apresentados pela Apple, junto à "US Patent and Trademark Office", órgão dos EUA responsável pelo registro de patentes e marcas, revelam que a maçãzinha está planejando lançar canetas stylus para seus dispositivos baseados no iOS. A patente "Stylus for Touch Sensitive Devices" descreve uma stylus com ponta condutora, que pode ser aquecida para melhor conexão com os sensores capacitivos dos iPhones e iPads.
Ela ainda teria uma bateria recarregável, que poderia ser recarregada simplesmente acoplando-a em um dock no dispositivo. Um engenheiro da Apple, Douglas Weber, disse que há três diferentes maneiras de aquecer a ponta: através da bateria, da transferência de calor da mão do usuário, ou via fluído. O aquecimento pode compensar o envelhecimento da stylus, e consequente perda de força do sinal.
A segunda patente, chamada de "Communicating Stylus", descreve um dispositivo que não precisaria ser pressionado contra a tela do aparelho baseado em iOS, pois teria um acelerômetro integrado, uma ponta para escrita, um transmissor wireless para enviar os dados sobre posição, e um receptor. O engenheiro Aleksandar Pance, também da Apple, explica que não é necessária uma superfície especial para os dados da caneta serem gravados no iPad ou iPhone, e a distância de uso da caneta é descrita como "até do outro lado da sala" apenas. Com isso, professores podem escrever num quadro, e terem ao mesmo tempo uma cópia da escrita em seu iPhone ou iPad.
Estas patentes provam que a Apple está trabalhando para expandir a experiência de uso em seus dispositivos com iOS, incluindo crianças e jovens universitários, que poderão fazer anotações digitais mais rápidas. As 2 patentes foram registradas em 6 de janeiro, pela Apple, mas só divulgadas pela USPTO agora.

7 de jul. de 2011

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Ubuntu 11.10 troca Evolution pelo Thunderbird

A versão alpha 2 do Ubuntu 11.10 publicada agora traz uma nova mudança nas aplicações: oThunderbird substitui o Evolution como cliente de e-mail padrão no liveCD.
recente Thunderbird 5.0 tem agradado bastante pelas novidades e interface, tendo inúmeras correções que melhoraram inclusive o desempenho.
Thunderbird virá por padrão no Ubuntu 11.10
No Oneiric Ocelot tem-se então menos um programa clássico do GNOME. Várias mudanças foram feitas nas últimas versões do Ubuntu, como a inclusão do LibreOffice e Banshee no 11.04 e o Gwibber, Simple Scan e PiTiVi no 10.04 (este último no lugar do GIMP, o que gerou uma certa polêmica na época).
Naturalmente o Evolution poderá ser instalado manualmente sem complicação depois, mas a mudança da aplicação padrão sempre gera algumas discussões. O Thunderbird é muito popular e referência no ramo, provavelmente a aceitação será maior do que nos outros casos de trocas de programas.
Destacando as versões dos programas principais neste alpha: kernel 3.0-rc5, gcc 4.6.1, Firefox 5.0, Thunderbird 5.0 e um snapshot do Mesa 7.11.
O alpha 2 pode ser baixado aqui. Quem gosta de pegar uma versão em desenvolvimento fresquinha pode pegar as compilações diárias, normalmente mais atualizadas do que o último alpha ou beta (podem ser melhores ou piores, dependendo da sorte e do estágio de desenvolvimento). A versão final do Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot deve ser lançada em 13 de outubro.
Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-07/ubuntu-thunderbird.html

Mural de Recados